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Grupo:Tipo Pinscher, e cães de Montanha
Altura: 76 a 81
Peso: 54 a 72 Quilos
País: Alemanha
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| Pelagem:Curta, grossa e brilhante |
| Cores:Dourado, rajado, azul, preto e arlequim. |
| Temperamento:Amistoso, carinhoso e apegado para com seus donos, principalmente com as crianças; reservado com estranhos. Autoconfiante, corajoso, de fácil condutibilidade, dócil, excelente cão de companhia e de famÃlia, com alto limiar de excitação, sem comportamento agressivo.
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| Saúde:Ele é um cão que exige grandes quantidades de alimento e possui uma baixa expectativa de vida. O estômago do Dogue Alemão é longo e sujeito à torção gástrica, que é uma das principais causas de morte da raça. É preferÃvel evitar deixar grandes porções de comida à disposição do cão - as refeições devem ser moderadas e em horários determinados.
Pelo seu grande porte, é recomendado deixar ração e água em vasilhames na altura do pescoço do animal, para evitar problemas de postura e deformação das pernas dianteiras. A água deve ser trocada com freqüência devido à salivação excessiva.
Unhas excessivamente grandes podem provocar feridas nos dedos, o que deve ser observado para evitar infecções. É natural que o próprio animal procure lixá-las em pisos de concreto ou outras superfÃcies. O piso ideal para cães de grande porte é áspero, de forma que eles não escorreguem ou tenham que modificar a postura para se equilibrar, nesse caso causando o espalmamento das patas. Pisos ásperos também favorecem o desgaste natural das unhas, porém na cama ou local de descanso deve haver um pano ou superfÃcie macia, para evitar a formação de calos, principalmente nos cotovelos, joelhos e quadril.
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| Utilidade:É usado como cão de guarda com sucesso, protegendo os donos. |
| Curiosidades:O famoso Scooby-Doo da Hanna-Barbera é um Dogue Alemão, mas curiosamente, não existem exemplares de Dogue Alemão com as cores do Scooby Doo, ou seja, castanho com manchas pretas.
Pode alcançar 1,80 m apoiado sobre as patas traseiras |
| Treino:Adestramento básico
É o inÃcio da preparação do animal para o objectivo que se quer atingir. Nessa fase o cão deverá entender que está a ser \"trabalhado\" e que deverá trabalhar com muita disposição e obediência.
a) Material utilizado:
1. Trela de treino: existem dois modelos: a longa que mede, aproximadamente 10 (dez) metros e a curta 1,50 m ( um metro e cinquenta centÃmetros). A trela divide-se em Três partes: alça, corpo e mosquetão.
2. Estrangulador:
3. Escova: ao mesmo tempo que limpa o pelo do cão, ativa a circulação sangüÃnea.
4. Peitoral: utilizado para cães de busca de rasteio e venteio.
b) Adestramento:
O adestramento básico, consiste dos seguintes exercÃcios:
I. Amizade com o cão
II. ExercÃcio - Junto
III. ExercÃcio - Senta
IV. ExercÃcio - Parado
V. ExercÃcio - Deita
VI. ExercÃcio - Morto
VII. ExercÃcio - Vivo
VIII. ExercÃcio - Fica
I. Amizade com o cão
a. A amizade com o cão deve ser feita, quando o mesmo é ainda filhote ( por volta dos três meses). Essa amizade deve ser feita, no sentido de aproximar o cão do seu dono, e ou adestrador e afastar os possÃveis inimigos.
b. PerÃodo muito importante precedente ao adestramento. Durante três semanas, o adestrador deverá levar o cão para passeio, brincar com o mesmo e observar todos os vÃcios e caracterÃsticas do cão. É nessa fase que o adestrador procurará descobrir e explorar as qualidades e defeitos apresentados pelo animal. O adestrador deixará junto ao cão um objecto de uso pessoal(lenço, sapato) para que o mesmo se familiarize com seus odores. Também através da amizade, o homem irá obter a confiança do animal, assim como, o cão a do adestrador.
c. Aproveitando a vivacidade do filhote, pode-se começar a estimula-lo com ordens que antecipem os comandos a serem aprendidos no futuro, tais como: SENTA, ATENÇÃO, MUITO BEM, AQUI, NÃO, APANHA. Um bom exercÃcio para ser feito nesse perÃodo e alertá-lo toda vez que se aproximar um estranho, com o comando de atenção.
d. Durante a amizade iremos começar com colocação da coleira no pescoço do cão.
Desenvolvimento:
Esta fase é uma fase um pouco dificil para o cão, pois muitos deles não estão habituados a usar uma coleira.
Quando o cão não aceitar o uso da mesma, deveremos dar a coleira ao cão para ele brincar um pouco com ela e se familiarizar.
Nunca se deve depois de posta a trela, obrigar o cão a andar, poderá com isso causar um efeito indesejado..ou seja ver o treino como uma coisa má...e não boa como pretendemos
II. ExercÃcio - Junto
O Adestrador conduzirá o seu cão por uma coleira, chamada de Estrangualdora (não gosto muito deste nome, mas enfim...), em cuja argola está presa uma trela de um metro e vinte centÃmetros aproximadamente. Ao caminhar com o cão ele tentará que o mesmo fique junto lateralmente à s suas pernas, dando se for preciso alguns \"puxoes\" e dizendo em voz firme: JUNTO.
III. ExercÃcio - Senta
A esta altura, a importância de chamar o cão pelo nome já é indiscutÃvel. Por isso, o seu nome tem o mesmo peso de um comando.
Fazer com que ele esteja imediatamente atento assim que o dono o chamar com voz firme e forte, já é meio caminho andado para que ele obedeça com sucesso. Depois de prender a sua (dele claro!!!) atenção chamando pelo nome, pare diante dele para ensiná-lo a sentar. Suspenda suavemente a trela ao mesmo tempo em que diz SENTA ou SIT e pressione a garupa dele para baixo, com os dedos polegar e indicador em forma de pinça. São três movimentos simultâneos: SENTA ou SIT, e o puxar da trela para cima/traz e a pressão na garupa para baixo, chegará o momento em que não será preciso pressionar a garupa do cão (e ele mesmo avisará quando estiver pronto). A partir daÃ, fique diante do cão, suspenda a trela e movimente a mão direita de trás para frente, como se fosse uma raquete. O movimento deve iniciar ao lado do corpo e terminar acima dos olhos do cão. Enquanto durar o movimento, pronuncie SENTA. Assim que ele se sentar, dê o comando FICA e afaste-se dele. Depois de alguns segundos, vá até o cão e acaricie-o a fim de incentivá-lo a acertar o comando sempre. É muito provável que ele tente levantar-se, mas se ele fizer isso, você deve dizer NÃO, imediatamente e FICA, mesmo que tenha que voltar e começar o exercÃcio novamente. Não concorde com o erro dele, NUNCA!!!!
No inÃcio, não se afaste muito, dê apenas alguns passinhos para trás e elogio-o de seguida, para que ele se vá acostumando com sua distância. Com alguns exercÃcios, a trela não será mais necessária para o fazer sentar.
IV. ExercÃcio - Parado
O adestrador deverá colocar a mão sob a barriga do cão, obrigando-o ficar de pé e ao mesmo tempo pronunciará a palavra PARADO, a cada repetição do exercÃcio o cão deverá ser elogiado.
Poderá ainda, partindo da posição de SIT ou SENTA, comandar-se PARADO, pressionando-se com suavidade a trela para frente até conseguirmos o desejado. Podemos ainda, ao mesmo tempo em que pressionamos a trela para a frente, com pé esquerdo encaixado no vazio do animal (entre as duas patas da frente), erguê-lo para cima até a posição desejada.
V. ExercÃcio - Deita
Esta posição é aquela em que o cão permanece deitado sobre suas quatro patas, (posição esfinge). Partindo-se da posição de SIT ou SENTA, o adestrador coloca-se à frente do animal, levanta e puxa as suas patas dianteiras até que ele fique deitado, pronunciado sempre a palavra DAWN ou DEITA. Partindo ainda da posição de SIT ou SENTA, o adestrador deve segurar com a mão esquerda próximo à coleira e pressionar continuamente para frente e para baixo, assim conduzirá o cão em direcção ao solo, até que o mesmo fique deitado sobre as quatro patas, sempre pronunciando a palavra DEITA. Quando o cão ficar na posição desejada, sem oferecer resistência deverá ser elogiado e agradado pelo adestrador.
Este exercÃcio deve-se repetir até o cão aprender perfeitamente o comando. Logo que o cão o realize por sinais, deve o Adestrador colocar-se à frente do cão e ao mesmo tempo que lhe ordena DEITA, movimentará energicamente a mão para baixo. Logo que o cão se encontre correctamente deitado, o adestrador segurando a ponta da trela, dará pequenas voltas ao redor do animal, chegando mesmo a saltar por cima de seu dorso, repetindo a ordem DEITA. Não se deve permitir que o animal acompanhe com os olhos o adestrador, durante essa pequenas voltas ou mudanças de posição.
Não é conveniente, por cansar o animal, obrigar o cão a permanecer muito tempo nesta posição.
VI. ExercÃcio - Morto
Este movimento é aquele em que o cão deverá fingir-se de morto. Para conseguir esse movimento, devemos ficar de cócoras ao lado do cão, o qual deverá encontrar-se na posição DEITA, com a mão direita segurar a trela e a mão esquerda deverá ser colocada no vazio do cão, forçando-o para a esquerda até que ele fique completamente estendido no chão. Em seguida o adestrador deverá levantar-se sempre pronunciando a palavra MORTO, fazendo com que o animal se finja de morto por alguns segundos.
VII. ExercÃcio - Vivo
Com o cão na posição de Morto, iremos para a frente do mesmo, com a mão esquerda seguramos a trela e daremos um ligeiro puxão para cima na trela e pronunciamos a palavra VIVO o cão deverá imediatamente ficar em pé na posição de PARADO. Repetimos esse exercÃcio tantas vezes quantas forem necessárias, até que o animal passe a obedecer o adestrador por um simples gesto ou comando.
VIII. ExercÃcio de fica
Estando o cão nas posições de SIT ou SENTA, PARADO, DAWN ou DEITA, MORTO e VIVO, o adestrador irá afastar-se pouco a pouco do mesmo, dizendo-lhe FICA, ao mesmo tempo em que por gesto energético esticará o braço direito para a frente, o cotovelo ligeiramente dobrado e apresentado a palma da mão direita voltada par o cão. Cada vez que o cão efectuar algum movimento, deverá ser executado o comando e o gesto para que o cão permanecerá na posição ordenada. No inÃcio deste exercÃcio, quando fazemos o gesto com a mão, é interessante que o adestrador toque com a palma da mão o focinho do animal. Se o cão tentar se mexer empregamos energicamente a palavra NÃO, que é o termo de repressão, pois o cão a essa altura da instrução já perceberá que se emprega a palavra para que se deixe de fazer algo que seu adestrador não lhe tenha ordenado. A medida que o cão vai interpretando a ordem o adestrador aumentará a distância paulatinadamente. |
| História:
Como ancestral do actual Dogue Alemão, temos o velho Bullenbeisser, que é o meio termo entre o poderoso Mastiff e o ágil Windhund(Galgo). Por Dogue, entende-se um cão grande e forte sem necessidade de pertencer a alguma raça especÃfica. As denominações posteriores, Ulmer Dogge, Englische Dogge, Dinamarques Grande, Hatzrüde, Saupacker e Gross Dogge foram utilizadas em função da cor e do tamanho. No ano de 1878, em Berlim, foi criada uma comissão de sete pessoas, desde criadores até árbitros, profundamente comprometida com essa matéria.
Sob a direção do Dr. Von Bodinus, a comissão tomou uma posição em relação à denominação de todas essas variedades sob o nome “Deutsche Dogge”, tendo sido a pedra fundamental para a criação e a formação de uma raça canina alemã independente.
Em 1880, Berlim, por ocasião duma exposição canina, foi elaborado o primeiro padrão da raça Dogue Alemão.
Desde 1888, o “Deutsche Doggen-Club 1888 e V” trata dos assuntos pertencentes à raça, mantendo constantemente o padrão revisado, tendo sofrido desde essa época diversas alterações. O formato desse padrão hoje segue as normas e modelos da FCI.
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